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Historial das Tropas Pára-quedistas


 

1819 - (Dezembro, 12) - O inglês Eugénio Robertson realizou o primeiro salto em Pára-quedas registado em Portugal. Subindo num balão pilotado por seu pai, Robertson lançou-se da altura de 700 metros utilizando um pára-quedas de barquinha e indo aterrar para os lados da estrada da Luz, em Lisboa.

 

1922 - (Outubro, 06) - O Capitão Eng Mário Costa França e o Tenente Eng José Machado de Barros, da Companhia de Aerosteiros do Exército, efectuam em Alverca, a partir de um balão, o primeiro salto em pára-quedas feito por militares portugueses.

1930 - (Outubro, 14) - Na Base Aérea de Tancos, numa sessão de experimentação de pára-quedas para pilotos, é efectuado pelo 1ºCabo José Maria da Veiga e Moura, o primeiro salto em pára-quedas a partir de uma aeronave. O Cabo Moura saltou a 800 metros de altura utilizando um pára-quedas AVIOREX e aterrou perfeitamente ileso a Nordeste da povoação de Madeiras.

1942 - Em Richmond (Austrália) são formados 12 pára-quedistas naturais de Timor Leste. Alguns deles viriam a ser lançados na retaguarda das tropas japonesas que ocupavam Timor.

1951 - Os capitães Armindo Martins Videira, e Mário de Brito Monteiro Robalo, do Exército, frequentam na École de Troupes Aeroportèes, em Pau (França) o curso de pára-quedismo.

1952 -  É  promulgada  a  Lei  2055,  de 27  de  Maio,  que cria a Força Aérea Portuguesa  como  ramo  independente das Forças Armadas.  Esta Lei, no seu art. nº 9, prevê a constituição de uma unidade de pára-quedistas.

1953 - O Aspirante-a-Oficial Fausto Pereira Marques e os Sargentos Américo de Matos,  e  Manuel Coelho Gonçalves frequentam em Pau o curso de pára-quedismo,  e  após  a  conclusão  do  curso,  conjuntamente  com o Capitão Monteiro  Robalo,  frequentam  o  curso  de instrutores e monitores de pára-quedismo

1955 - 232 voluntários, oficiais,  sargentos  e  praças, frequentam em Alcantarilla (Espanha) o curso de pára-quedismo (22º Curso Básico de Paracaidismo), dos quais 192 terminam com aproveitamento.

 

1955 -192 pára-quedistas portugueses efectuam o  seu  primeiro  salto de pára-quedas. Este núcleo inicial regressa e fica aquartelado, até ao fim do ano, nas instalações do Campo de Tiro da Serra da Carregueira.

É entregue o Guião à primeira Unidade de Pára-quedistas, em Lisboa, na Praça Marquês de Pombal.

De  acordo  com  o art. 20  do Decreto-Lei nº 40395 (Regulamento para a Organização,  Recrutamento  e  Serviço  das  Tropas  Pára-quedistas)   é  autorizado,  pela  primeira  vez  na   história  dos  uniformes  das   Forças Armadas Portuguesas, o uso de uma boina como cobertura de cabeça. As tropas pára-quedistas usam a Boina Verde.

1956 - É criado o Batalhão de Caçadores Pára-quedistas - BCP (Portaria Nº 15671, de 26 de Dezembro de 1955), com sede em Tancos e dependente da recém criada Força Aérea Portuguesa. 

O Tenente Argentino Urbano Seixas e o Alferes Sigfredo Ventura Costa  Campos   frequentam   no  Brasil  o  curso de pára-quedismo  e  outros  cursos técnicos aeroterrestres incluindo os cursos de mestre de salto e precursor aeroterrestre.

 

Na Quinta dos Álamos (Golegã) é organizado o primeiro salto de pára-quedas  da unidade em Portugal. Um a um, cerca de 50 homens, saem das portas dos velhos JU-52. O primeiro a saltar é o próprio comandante do Batalhão, capitão Armindo Videira. 

 

23 de Maio de 1956 - É oficialmente inaugurado o BCP em Tancos, tendo presidido à cerimónia o Subsecretário de Estado da Aeronáutica, Coronel Kaúlza de Arriaga.

 

 



Na cerimónia comemorativa do Dia da Força Aérea, no  Aeroporto  da  Portela, é entregue o Estandarte Nacional ao BCP. 

1957 - Tem início o primeiro curso de pára-quedismo ministrado em Portugal. O curso que incluía 10 saltos, viria a ser concluído a 28 de Fevereiro, tendo ficado aptos 37 instruendos.

Tem  inicio o primeiro "Curso de Instrutores e Monitores Pára-quedista", o curso terminaria em 25 de Maio tendo ficado aprovados 14 instruendos.

 

1961 - Criação do Regimento de Caçadores Pára-quedistas  (RCP)  com sede no BCP  em  Tancos  que então  é  extinto  (Portaria 18462,  de  5 de Maio).  Fazem  parte integrante do novo Regimento, o Batalhão de Instrução (BI) e o Batalhão de Caçadores Pára-quedistas Nº11 (BCP 11)

Formação do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas Nº21 (BCP 21) em Angola 

 

Formação do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas Nº31 (BCP 31) em Moçambique

 

Inicio do 1º Curso de Enfermeiras Pára-quedistas. Das 11 candidatas que iniciaram o curso, 6 conquistam a Boina Verde. Pela primeira vez na história militar portuguesa as mulheres tem lugar nas fileiras.



1966 - Formação do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas Nº12 (BCP 12)  em  Bissau  -  Guiné  (Portaria 22260, de 20 de Outubro). O Batalhão  será  activado a 14 de Outubro de 1966 incluindo a Companhia de Pára-quedistas do AB2. 



 
1967 (Janeiro, 26) - Formação do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas Nº32 (BCP 32) em Nacala - Moçambique (Portaria 22302, de 9 de Novembro). 


1968 - O BCP 12 é condecorado com a Medalha de Cruz de Guerra de 1ª classe. 


É inaugurado em Tancos, à entrada do aquartelamento do RCP, o monumento aos Pára-quedistas mortos em combate.

1969 - O BCP 31 é condecorado com a Medalha de Cruz de Guerra de 1ª classe. 
 
1973 - O BCP 21 é condecorado com a Medalha de Valor Militar - Ouro.

1974 - (Abril, 25) - Revolução do 25 de Abril. O Movimento das Forças Armadas depõe o antigo regime. Os Pára-quedistas apoiam a revolução efectuando a ocupação da Prisão de Caxias e já em 27 de Abril, a escolta para o Funchal do Presidente e 1ºMinistro depostos.

Outubro, 15 - É extinto o BCP 12 na Guiné (Decreto-Lei 765/74).

Novembro - É desactivado o BCP 32 em Moçambique.

 

1975 - (Junho, 25) - É extinto o BCP 31 em Moçambique (Decreto-Lei 140/76).

Abril, 07 - Um destacamento do RCP é enviado para Timor, constituindo-se no Destacamento de Caçadores Pára-quedistas Nº 1 (DCP).

Julho, 05 - Criação do Corpo de Tropas Pára-quedistas (CTP) com a seguinte composição:

Comando do Corpo de Tropas Pára-Quedistas (CCTP) – Monsanto Lisboa

Base Escola de Tropas Pára-Quedistas (BETP) – Tancos

Base Operacional de Tropas Pára-Quedistas n.º 1 - (BOTP1) - Lisboa

Base Operacional de Tropas Pára-Quedistas n.º 2 - (BOTP2) – Aveiro

Julho, 05 - É criada a Base Escola de Tropas Pára-quedistas (BETP) com sede no RCP em Tancos que é então extinto.

Agosto, 26 - O DCP assegura a retirada, para a Ilha de Ataúro, do Governo do Território de Timor e do seu Estado-Maior.

Durante a permanência em Ataúro, uma secção de pára-quedistas, a bordo da barcaça COMORO, dirigiu-de de novo a Timor tendo resgatado alguns militares do Exército que se encontravam aprisionados e abandonados no enclave de Oé-Cussi.

Novembro, 10 - Na Fortaleza de S. Miguel, em Luanda, os pára-quedistas do BCP 21 prestam honras ao último arrear da Bandeira Nacional em Angola.

Novembro, 11 - Com a independência de Angola é desactivado o BCP 21.

 

1977 - (Outubro, 19) - É constituído o Pára-Clube Nacional "Os Boinas Verdes", concretizando a vontade de 407 militares do Comando das Tropas Pára-quedistas, que passavam a ser estatutariamente sócios fundadores. A 12 de Novembro o Pára-Clube é oficializado pelo Decreto-Regulamentar nº262.

 

 

 

 

 

 

1978 - (Julho, 01) - Definitivamente activada a BOTP2 em S. Jacinto. 1979 - (Julho, 05) - O CTP e as Bases recebem os seus Estandartes Nacionais em Tancos.

1981 - (Setembro) - Renasce, modernizada no formato, a revista BOINA VERDE, órgão de informação doCTP.

 

 

 

 

 

 

1985 - (Janeiro, 03) - O Estandarte Nacional do CTP, herdeiro do património moral e histórico dos batalhões de caçadores pára-quedistas, é condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada do Valor Lealdade e Mérito pela acção das tropas pára-quedistas no antigo Ultramar Português.

 

1987 - (Dezembro, 07) - A BETP é condecorada com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos.

 

1991 - A BOTP1 (Monsanto) é desactivada e todos os seus meios materiais e humanos são transferidos para a BOTP2 (S. Jacinto).

Julho, 05 - Durante as cerimónias do 35º Aniversário da criação das Tropas Pára-quedistas, em Tancos, o Ministro da Defesa Nacional, Dr Fernando Nogueira, no seguimento de um anúncio já feito em Bruxelas, confirma que a transferência das Tropas Pára-quedistas para o Exército é irreversível e terá lugar em 1 de Janeiro de 1994.

Setembro, 25 - Cinco graduados pára-quedistas partem para o Zaire, em aeronave C-130 da FAP, em apoio da operação BLUE BEAM para evacuação de Europeus residentes no Zaire.

Outubro e Dezembro - Oficiais e um sargento do CTP integram pela primeira vez a missão portuguesa na European Comunity Monitor Mission (ECMM) para a Jugoslávia.

1992 - O Estandarte Nacional do Corpo de Tropas Pára-quedistas é agraciado com a Medalha de Agradecimento da Cruz Vermelha Portuguesa.

Março e Agosto - Oficiais do Corpo de Tropas Pára-quedistas partem pela primeira vez para a Ex-Jugoslávia ao serviço das Nações Unidas, como Observadores Militares da UNPROFOR.

Novembro - Pára-quedistas participam em operação de evacuação de cidadãos nacionais residentes em Angola, tendo sido enviados 33 militares para S. Tomé, Brazaville (Congo) e Angola.

1994 - (Janeiro, 1) - É criado no Exército Português (Decreto-Lei 27/94, de 5 de Fevereiro), o Comando das Tropas Aerotransportadas (CTAT) e a Brigada Aerotransportada Independente (BAI), com base nos efectivos especializados em pára-quedismo da FAP e do Exército. O CTAT é herdeiro das tradições e património do extinto Corpo de Tropas Pára-quedistas da FAP e também do extinto Regimento de Comandos do Exército. 1994 - O CTAT fica aquartelado em Tancos na antiga Base Aérea 3, e sob a sua dependência fica a Escola de Tropas Aerotransportadas (ETAT) criada em Tancos na extinta BETP, e a Área Militar de S. Jacinto (AMSJ) criada em S. Jacinto na extinta BOTP2. 1994 - A BAI é atribuída ao Allied Rapid Reaction Corp (ARRC) da NATO, sob controlo de uma Framework Division Italiana.

1995 - Um Batalhão da BAI é atribuído para participar na operação JOINT ENDEAVOUR da NATO, na Bósnia.

1996 - (Janeiro, 5) - O 2ºBIAT da BAI e um Destacamento de Apoio de Serviços (DAS) embarcam para a Bósnia onde vão integrar a Brigada Multinacional Sarajevo Norte (BMNSN) de comando italiano, no sector da Divisão Multinacional Sudeste (DMNSE) de comando francês na IFOR.

Agosto, 9 - O 3ºBIAT da BAI substitui o 2ºBIAT na Bósnia.

Novembro, 6 - É criada a Força Multinacional Europeia EUROFOR, na cerimónia de activação do Comando da Força, em Florença - Itália, participam dois pelotões da BAI.

1997 - (Fevereiro) - Já após o final da missão da IFOR (Dez96) e a sua substituição pela SFOR, o 3º BIAT regressa a Portugal e é substituído por um batalhão reduzido, da Brigada Mecanizada Independente (BMI).

Fevereiro, 14 - O Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, condecora o Estandarte Nacional da BAI com a Medalha de Ouro dos Serviços Distintos.

1998 - (Janeiro) - O Regimento de Infantaria 15 (RI15) de Tomar, que desde o inicio de 1997 tinha aquartelado o 1º BIAT da BAI, deixa de estar sob o comando da Região Militar Sul e fica subordinado ao Comando das Tropas Aerotransportadas (CTAT). Com esta nova unidade passam a ser 4 os aquartelamentos do CTAT: a ETAT (Tancos), o CTAT/BAI (Tancos), a AMSJ (S.Jacinto - Aveiro) e o RI15 (Tomar). Algumas subunidades da BAI ficam aquarteladas noutras unidades do Exército, fora do CTAT: o Grupo de Artilharia de Campanha no RA 4 - Leiria (RMN), o Esquadrão de Reconhecimento no RC3 - Estremoz (RMS), e a Companhia de Engenharia na EPE - Tancos (RMS).

O 1ºBIAT da BAI, segue para a Bósnia-Herzegovina para substituir na SFOR, o batalhão da Brigada Mecanizada Independente que regressa a Portugal.

Março - A BAI participa activamente no Exercício "STRONG RESOLVE 98", da NATO e Partnership for Peace (PfP). Este foi o maior exercício jamais realizado pela NATO.

Junho - O Comando da BAI e o 2ºBIAT participam, em França, no Exercício EOLE 98 da responsabilidade da EUROFOR e que contou com a participação de forças de França, Espanha, Itália e Portugal.

Junho, 20 - Uma Secção de Abastecimento Aéreo da BAI (1 Oficial, 2 Sargentos e 9 Praças) vão para Cabo Verde no âmbito da missão de ajuda humanitária à população da Guiné-Bissau.

Julho - O 1ºBIAT regressa a Portugal sendo substituido na SFOR pelo Agrupamento ALFA da Brigada Ligeira de Intervenção.

Na sequência do violento sismo que em 9 de Julho abalou os Açores, a Companhia de Engenharia da BAI (CEng/BAI), aquartelada na EPE - Tancos, destaca para os Açores pessoal e material para apoiar os trabalhos de reconstrução.

Dezembro - Pela primeira vez uma mulher frequenta e obtém a qualificação no Curso de Instrutor de Pára-quedismo.

1999 - (Janeiro) - A BAI inicia a organização e preparação do Agrupamento ALFA/BAI (Agr ALFA/BAI-SFOR) com a missão de substituir, a partir de Julho, o Batalhão da BMI na Bósnia. O Agrupamento é constituido pelo Comando, Companhia de Comando e Serviços e uma Companhia de Pára-quedistas do 2ºBIAT da AMSJ, e pelo Esquadrão de Reconhecimento (ERec/BAI) do RC3.

Fevereiro - O Grupo de Artilharia de Campanha da BAI (GAC/BAI), aquartelado no RA 4 - Leiria, é equipado com obuses L - 119 105mm (Light Gun). Em 11 de Fevereiro, Sempre em Eficácia, os artilheiros pára-quedistas efectuaram a primeira sessão de fogos reais com as novas armas em Santa Margarida.

Um Pelotão (-) com 20 pára-quedistas do 1ºBIAT do RI15 participa numa operação de ajuda humanitária à Guiné-Bissau, partindo num avião C-130 da FAP que aterrou em Bissalanca.

Abril - É atribuida à BAI a missão de preparar o Agrupamento BRAVO/BAI para participar numa missão de apoio à paz no Kosovo, integrado numa força da NATO - KFOR. O Agr BRAVO/BAI é constituido pelo ERec/BAI, (que deixa de integrar o Agr ALFA/BAI), por um Esquadrão de Lanceiros, e um Esquadrão de Comando e Serviços.

Julho - O 2ºBIAT, parte para uma segunda comissão na Bósnia, no âmbito da SFOR. Com a passagem do ERec/BAI para o Agr BRAVO/KFOR a unidade é totalmente constituída pelo 2ºBIAT que permanece na Bósnia de Julho 1999 a Janeiro 2000.

Agosto - O Agrupamento BRAVO/BAI-KFOR parte para o Kosovo para tomar parte na operação da NATO. Na KFOR o Agrupamento é integrado na Brigada Multinacional Oeste, sob comando Italiano. O Agr BRAVO permanece no Kosovo até Fevereiro de 2000 sendo então rendido por um Agrupamento da Brigada Ligeira de Intervenção.

Agosto, 20 - Um Despacho do General Chefe do Estado Maior do Exército, General Martins Barrento, altera a designação da especialidade Aerotransportado para Pára-quedista (Para) e altera igualmente a designação de Batalhão de Infantaria Aerotransportado (BIAT) para Batalhão de Infantaria Pára-quedista (BIPara).

Setembro - É atribuída à BAI a missão de preparar um Agrupamento destinado a integrar uma força internacional numa operação de apoio à paz em Timor. O Agrupamento é constituído com base no 1ºBIPara, e integra uma Companhia de Fuzileiros. Por decisão das Nações Unidas a participação portuguesa não se concretiza.

2000 - (Janeiro/Fevereiro) - O 1ºBIPara, reforçado com uma Companhia de Fuzileiros, integra o Contingente Nacional para Timor (CNT) que vai participar na United Nations Transitional Administration in East Timor - Peacekeeping Force (UNTAET/PKF). Para além do Batalhão e de um Destacamento de Helicópteros, é atribuído a Portugal o comando do Sector Central da UNTAET.

Janeiro - O 2ºBIPara regressa a Portugal sendo substituído por uma unidade da BMI. De novo em S. Jacinto o 2ºBIPara inicia a sua preparação para render o 1ºBIPara em Timor.

Fevereiro - O BAS/BAI aquartelado no CTAT/BAI em Tancos (ex-BA3) é transferido para o aquartelamento do RI 15 em Tomar.

Agosto - O 1ºBIPara regressa a Portugal e ao RI 15 sendo substituído em Timor pelo 2ºBIPara.

2001 - (Fevereiro) - O 2ºBIPara regressa a Portugal e à Área Militar de São Jacinto sendo substituído em Timor por um batalhão da Brigada Ligeira.

Julho - O 1ºBIPara, parte mais uma vez para a Bósnia-Herzegovina onde vai substituir um batalhão da Brigada Mecanizada Independente, como Reserva Operacional do Comando da SFOR.

Dezembro, 19 - A Directiva do General Chefe do Estado-Maior do Exército para a reorganização do Exército prevê a reactivação do 3ºBIPara em Beja e a mudança do Comando da BAI de Tancos para outro local. O mesmo documento prevê a reactivação do Regimento de Comandos a duas Companhias, na Serra da Carregueira.

2002 - (Janeiro) - O 1ºBIPara regressa a Portugal e ao RI 15, sendo substituído na Bósnia por um BIMec.

Janeiro a Julho - Duas Equipas de Ligação constituídas por um oficial, um sargento e uma praça da BAI participam na Operação da NATO AMBER FOX, na Antiga República Jugoslava da Macedónia (FYROM). As equipas asseguravam a ligação da força da NATO aos monitores da OSCE.

Junho, 8 - O 2ºBIPara, reforçado com uma Companhia de Fuzileiros Navais, volta mais uma vez a Timor-Leste, integrando desta vez a nova missão das Nações Unidas - UNMISET (United Nations Mission in Support of East Timor).

Setembro, 19 - O Despacho 164/CEME/02, do General Chefe do Estado-Maior do Exército, determina a reactivação do 3ºBIPara no Regimento de Infantaria nº3, em Beja.

2003 - (Janeiro) - O 1ºBIPara, parte de novo para a Bósnia-Herzegovina, desta vez para Doboj, indo integrar o MNBG, comandado por um oficial Pára-quedista Português, na dependência de uma Brigada Americana na SFOR.

Janeiro - O 2ºBIPara regressa a Portugal e a S. Jacinto sendo substituído em Timor Leste no âmbito da UNMISET por um batalhão de Brigada Mecanizada.

Março, 31 - Por Despacho de 31Mar03 do General CEME (exarado na Informação nº04 de 17Fev03 do Gen AGE) os militares qualificados em Pára-quedismo em serviço nas unidades do CTAT e da BAI passam a usar na Boina Verde uma nova insígnia de boina exclusiva.

2004(Janeiro) – Marchou para BiH o 3º BIPara para cumprimento da missão SFOR

Fevereiro, 2 - Morre em Lisboa com 89 anos de idade o General Kaúlza de Arriaga, o principal impulsionador da criação das Tropas Pára-quedistas em Portugal.

Julho - O 3ºBIPara conclui o seu serviço na Bósnia e regressa a Portugal e ao RI 3. Uma vez mais é anunciada a sua desactivação.

2005(Janeiro) – Marchou para a BiH o 2º BIPara para cumprimento da missão EUFOR

Maio, 23 - É colocado on-line o Site Oficial da Tropas Pára-quedistas.

Setembro, 5 - Seis elementos da BAI (4 Oficiais e 2 Sargentos) partem para o Iraque para integrar a Nato Training Mission - Iraque (NTM-I), missao da OTAN para o treino das Forcas Armadas do Iraque.

Março - O 3º BPara é mais uma vez reactivado, desta vez na Unidade de Apoio do CTAT (UA-CTAT) para constituir a Força Nacional Destacada no Teatro de Operações no Kosovo. O Batalhão irá actuar como reserva táctica da KFOR, ficando aquartelado em Camp Slim Lines em Pristina.

Outubro, 15 - Iniciam-se oficialmente as comemorações do cinquentenário da criação das Tropas Pára-quedistas Portuguesas. As comemorações, organizadas pelo CTAT e pela União Portuguesa de Pára-quedistas (UPP), irão prolongar-se ao longo do ano indo culminar a 23 de Maio de 2006 em Tancos com a comemoração dos 50 anos da Casa Mãe dos Pára-quedistas Portugueses: BCP - RCP - BETP - ETAT.

2006 - (Março) - O 3ºBIPara conclui o seu serviço no Kosovo e regressa a Portugal e à Unidade de Apoio do CTAT e mais uma vez é desactivado.

Março, 21 - É publicada uma nova Lei Orgânica do Exército (Decreto-Lei nº61/2006, de 21 Março). A nova Lei extingue o Comando das Tropas Aerotransportadas (CTAT), como comando de natureza territorial do Exército, e a Brigada Aerotransportada Independente (BAI). É criada uma nova Brigada de Reacção Rápida (BRR), que irá incluir os Batalhões de Infantaria Pára-quedistas, tropas Comandos e de Operações Especiais. A BRR é uma das componentes da nova Força Operacional Permanente do Exército (FOPE).

É extinto o CTAT e a BAI. É criada a Brigada de Reacção Rápida e a ETAT é renomeada Escola de Tropas Pára-Quedistas (ETP).

Julho - Um grupo de Pára-Quedistas do 1º BIPARA embarca para o Afeganistão no âmbito da ISAF.

Setembro - Partem Pára-Quedistas do 1º BIPARA para o Kosovo no âmbito da KFOR.


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