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| AMSJ - ÁREA MILITAR DE S. JACINTO S. Jacinto, pequena povoação piscatória do distrito de Aveiro, actualmente conhecida não só pela existência de estaleiros navais como por um crescente desenvolvimento turístico, está intimamente ligada a uma presença militar. O espaço onde se encontra hoje o aquartelamento da Área Militar de S. Jacinto (AMSJ) é, por força do seu passado militar, um caso especial, senão único, das Forças Armadas Portuguesas. Ao longo de oito décadas, desde 1 de Abril de 1918 até aos nossos dias, aquartelaram sucessivamente em S. Jacinto tropas dos três Ramos das Forças Armadas Portuguesas (Armada, Força Aérea e Exército), tendo todas, em várias épocas, desempenhado papeis excepcionalmente relevantes, e muitas vezes decisivos, em matéria de defesa dos interesses da Nação e de Portugal. Um rápido relance por este passado recente, que nos trará à evidência a já fértil história militar de S. Jacinto, é o objectivo que nos propomos. Os elementos apresentados foram sendo recolhidos de revistas e publicações, com destaque para as revistas: Mais Alto da Força Aérea Portuguesa e Boina Verde do Corpo de Tropas Pára-quedista. De destacar igualmente: a excelente monografia Subsídios para a História da Instalação das Tropas Pára-quedistas em Aveiro, os textos descritivos da exposição 80 Anos de Presença Militar em S. Jacinto (AMSJ Abr98) ambos da autoria do prestigiado militar e aveirense TCor PQ (Res) João Carlos Albuquerque Pinto, e o artigo História da Unidade, da autoria do Cap SGPQ Miguel Machado, publicado na revista Chapim - Boletim Informativo da BOTP2/GOAS em 1991.
S. JACINTO A povoação de S. Jacinto, fica situada na extremidade da Península com o mesmo nome, que pelo Norte separa a Ria de Aveiro do Oceano Atlântico. Velha aldeia piscatória, conhecida já no recuado séc XV pela denominação de Areias, só toma o nome deste Santo dominicano, a partir de 1744, quando os pescadores ao puxarem as redes junto da ermida, trouxeram dentro delas uma imagem a que chamaram S. Jacinto. [Mais detalhe em http://clientes.netvisao.pt/boinaverde/sj.htm] A AVIAÇÃO NAVAL A presença de militares na península de S. Jacinto
iniciou-se em 1 de Abril de 1918, com a instalação precária de um pequeno
Posto Aeronaval Francês, com o objectivo de efectuar a vigilância dos
submarinos alemães que cruzavam a costa atlântica do nosso território
europeu. A Aviação Naval Francesa decidiu-se pelo espelho de água da Ria de Aveiro para instalar a sua base de apoio operacional. Os oito hidroaviões franceses desembarcaram em Leixões e chegaram a S. Jacinto por terra, puxados por juntas de bois através dos areais do litoral.. Esta primeira infra-estrutura, bastante precária, era constituída por hangares e casas de madeira e lona. [Mais detalhe em http://clientes.netvisao.pt/boinaverde/sj.htm] A FORÇA AÉREA Em 01 Julho de 1978, vindo de Lisboa, chega oficialmente
a S. Jacinto o Comandante da Pouco tempo após a sua instalação oficial em S. Jacinto, o Brigadeiro Comandante do Corpo de Tropas Pára-quedistas homologa a missão estabelecida para a Unidade, a qual não é mais que um conjunto de princípios relacionados com os factores que presidiam à formação duma Unidade Pára-quedista moderna votada ao empenhamento convencional nos teatros de operações da Europa. [Mais detalhe em http://clientes.netvisao.pt/boinaverde/sj.htm]
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